Conectividade primeiro: rios de fluxo livre para a Amazônia brasileira

Conectividade primeiro: rios de fluxo livre para a Amazônia brasileira
setembro 24, 2026 Gabriela Merizalderubio

Conectividade primeiro: rios de fluxo livre para a Amazônia brasileira

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Link da publicação:  https://doi.org/10.5281/zenodo.21781457

Ano de publicação:  2026

Autor da publicação:  Águas Amazônicas, Science Panel for the Amazon, Standford, TNC, WCS, WWF

 

Conservando la Cuenca Amazónica Aguas Amazonicas

A conectividade dos ecossistemas aquáticos amazônicos é uma condição ecológica e territorial estratégica para a Amazônia brasileira. Em suas dimensões longitudinal, lateral, vertical e temporal, ela sustenta o fluxo de água, sedimentos, nutrientes e biota; mantém a produtividade pesqueira, a fertilidade das várzeas, a resiliência climática e os meios de vida de povos indígenas, comunidades tradicionais e populações ribeirinhas. Nesse contexto, os rios de fluxo livre constituem uma estrutura ecológica crítica para o país e devem ser tratados como ativos centrais da política ambiental, hídrica e territorial brasileira.

Esta análise identifica 19 rios que são cruciais para a Amazônia brasileira e a bacia Amazônica e distingue claramente entre rios ainda íntegros que requerem proteção preventiva e rios já pressionados nos quais é essencial resguardar a conectividade remanescente. Denominamos todos esses rios e trechos como “rios de fluxo livre” como um conceito geral que identifica os rios que, de acordo com os critérios avaliados, precisam contar com uma proteção que garanta sua conectividade.

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